Distrito Federal

Defensoria pública: uma aliada

As defensorias públicas estaduais e federal podem ser vistas pelas mulheres como parceiras. O órgão pode atuar em ações, por exemplo, como tráfego internacional de mulheres, acesso à saúde, violência, assistência internacional, dentre outros.

A defensora pública federal Isabella Karen Simões foi uma das participantes da 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Para ela, a Defensoria  precisa de investimentos para conseguir atender aos brasileiros em todos os municípios, mas já pode ser vista como uma aliada na luta das mulheres. “A defensoria pública é uma aliada para a efetivação dos direitos e das políticas que vão ser definidas na Conferência”, disse a defensora. Isabella aproveitou o encontro para cobrar do governo um investimento na Defensoria Pública Federal e a contratação de mais defensores públicos, para que a população carente seja melhor atendida e tenha assistência jurídica gratuita. Continue lendo +

Orçamento interfere nas políticas para as mulheres, diz pesquisadora

Guacira César de Oliveira, diretora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), de Brasília (DF), participou na tarde desta terça-feira (13/12) de uma Roda de Conversa sobre Orçamento para Políticas para as Mulheres. O Cfemea tem um trabalho reconhecido no monitoramento do orçamento público e, dentro dele, dos recursos voltados às políticas para as mulheres, com o olhar direcionado pelo II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

Pensando em como é a execução orçamentária nas políticas para as Mulheres e como ela interfere no avanço ou estagnação das mesmas, Guacira apresentou as conclusões do Cfemea. Continue lendo +

Empoderamento

A participação das mulheres no mercado de trabalho e, especialmente, em cargos de chefia foram pontos discutidos na Conferência Regional I, ocorrida em Ceilândia, no dia 8 de outubro.

A secretária de Estado da Mulher do Distrito Federal, Olgamir Amancia, destacou a importância de trabalhar o aspecto sobre a participação das mulheres nos espaços de poder. “Somos a maioria no ensino superior, graduação e pós-graduação, ou seja, na qualificação para o mercado de trabalho. Entretanto, ainda temos salários inferiores nos mesmos cargos que homens”.

Segundo Olgamir Amancia, o grande desafio da Conferência é refletir coletivamente para construir políticas a partir de um eixo estruturante para a equidade de gênero, pois a autonomia das mulheres é condição para sua emancipação.

A preocupação da secretária faz sentido. De acordo com o Anuário das Mulheres Brasileiras, 52,2% dos homens com mais de 15 anos de instrução recebem mais de cinco salários mínimos, enquanto entre as mulheres com o mesmo grau de escolaridade, apenas 27,7% delas são remuneradas no mesmo patamar.

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