Direito não é privilégio, diz delegada

Publicado em 15/12/2011 às 17h01
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Efetiva implementação da Lei Maria da Penha, consolidação da rede de enfrentamento à violência, Justiça mais rápida, punição de agressores, saúde, educação, reforma agrária com atenção à mulher, valorização no mercado de trabalho, aumento na ocupação dos espaços de poder, direito a decidir sobre o corpo.

Essas são algumas das reivindicações trazidas à 3ª Conferência pela delegação do Pará, conta Domingas Martins, 58 anos, uma das representantes da sociedade civil no grupo. Ela é uma das coordenadoras do Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense e membro da Articulação de Mulheres Brasileiras – AMB.

Do estado, vieram 62 pessoas, que viajaram cerca de 36 horas de ônibus para discutir as políticas públicas para as mulheres que vão nortear o governo federal nos próximos três anos. “Direito não é um privilégio. É respeito. E viemos em busca dos nossos direitos”, afirma.

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